Projeto no Rio Grande do Sul atende alunos com defasagem escolar Equipe do Tá no Quadro foi conferir como funciona o Trajetórias Criativas

 

Como Será? tá no quadro (Foto: Globo)Alunos do projeto Trajetórias Criativas aprendem dentro e fora da sala de aula (Foto: Globo)

Um dos maiores problemas na defasagem escolar é a diferença entre a idade do aluno e o ano em que ele estuda. Por isso, um grupo de professores do Laboratório de Estudos em Educação à Distância do Colégio de Aplicação da UFRGS percebeu que dar aos estudantes a oportunidade de fazer tarefas que gostam e que tenham a ver com a história deles pode ser um grande incentivo aos estudos. Quem foi conferir o projeto Trajetórias Criativas para o Tá no Quadro foi o João Pedro, de 18 anos, estudante do terceiro ano do Ensino Médio.

  O projeto, desenvolvido em parceria com a Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, trabalha com jovens entre 15 e 17 anos que deveriam estar no Ensino Médio. O modo como são transmitidos os conteúdos é diferente do tradicional. Com várias saídas a campo, os alunos percebem que o ambiente de aprendizagem é muito maior do que a sala de aula. Assim, eles passam muito mais tempo na escola e acabam criando uma relação melhor com ela. Um dos programas mais procurados é o de Iniciação Científica (veja vídeo acima).

— Eram alunos com problemas de disciplina, desinteressados, eram alunos que, de certo modo, estavam à margem do processo de educação. E esses alunos, quando aderiram ao projeto, a transformação foi imediata. Tanto é que o índice de aprovação é praticamente 99% — conta Genaro Ferreira, coordenador do Trajetórias Criativas.

Um desses estudantes é William, um ex-menino de rua que foi adotado aos 13 anos de idade. Ele não progredia nas atividades escolares e tinha dificuldades de relacionamento. Até que começou a praticar atletismo no Trajetórias e foi convidado a integrar uma equipe de um importante centro esportivo de Porto Alegre.

O Trajetórias Criativas funciona principalmente como atividade extracurricular, mas também abrange a grade normal da escola. O trabalho é realizado em 12 colégios de Porto Alegre e pretender crescer mais.

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