I Congresso Brasileiro ABRAFITO 2015

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O Rio Grande do Sul terá o privilégio de sediar em 2015 o 1º. Congresso da Associação Brasileira de Fisioterapia Traumato-Ortopédica (I ABRAFITO 2015). Antecedendo o Congresso teremos a I Jornada Gaúcha da ABRAFITO. Esta Jornada fará parte das atividades científicas do I ABRAFITO 2015 e reunirá fisioterapeutas de todo o estado do Rio Grande do Sul que se dedicam a pesquisa e prática clínica na área da Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica.

Nosso Congresso e Jornada se constituem em uma oportunidade única para aprofundar os conhecimentos e discutir os avanços da Fisioterapia Traumato-Ortopédica. Os quatro dias de evento incluirão uma variedade de atividades educacionais como palestras, workshops, cursos e mesas redondas. A Programação Científica já está finalizada e contará com a presença de Fisioterapeutas das diversas regiões do País, bem como representantes da América Latina, América do Norte, Europa e Austrália. A associação do conhecimento científico e da experiência prática serão os enfoques do nosso congresso.
As atividades iniciarão do dia 16 de setembro de 2015 com a I Jornada Gaúcha, seguido dos cursos pré-congresso do Dr. José Liberato sobre o Método Mckenzie e do Dr. Dan Pildewasser sobre o Conceito Mulligan.
O Workshop do Prof. Dr. Bill Vicenzino (Austrália) abordará a prática baseada em evidência na tendinopatia do cotovelo. Na abertura do evento, na tarde do dia 17 de setembro, teremos a presença da Prof. Dra. Lynn Snyder-Mackler, reconhecida internacionalmente pelo desenvolvimento de pesquisa Clínica em Reabilitação Ortopédica e Desportiva.

Em nome da Associação Brasileira de Fisioterapia Traumato-Ortopédica, gostaria de convidar todos vocês para o I congresso da ABRAFITO e I Jornada Gaúcha da ABRAFITO. Estamos realizando todos os esforços para fazer do I ABRAFITO 2015 um congresso inesquecível e esperamos vê-los em Porto Alegre em 2015!


Fisioterapeuta Viviane Frasson
Presidente do Congresso

Acesse o Site: www.congressoabrafito.com.br

Epicondilite Lateral

Denise - Epicondilite

1-      Explique o que é Epicondilite lateral? 

A articulação do cotovelo é formada por 3 ossos: úmero (no braço), ulna e rádio (no antebraço). Na extremidade inferior do úmero (na região do cotovelo) existem duas protuberâncias ósseas, chamadas epicôndilo lateral e epicôndilo medial.

A epicondilite lateral, como o próprio nome diz, acomete a região do epicôndilo lateral, onde se inserem os músculos extensores do punho e dedos, tais como extensor radial longo do carpo, extensor radial curto do carpo, extensor comum dos dedos e extensor ulnar do carpo.

Os sintomas começam com dor na face externa do cotovelo ao esforço, evoluindo para sensibilidade da região ao toque e dor durante tarefas leves. Esta dor pode chegar a irradiar para o antebraço e punho.

2-      O que causa Epicondilite? 

A epicondilite lateral – ou cotovelo do tenista – é uma lesão crônica, causada por um estresse repetitivo sobre os tendões dos músculos extensores do punho. Esse estresse ocorre quando há uma sobrecarga repetitiva destes músculos, muito usados por tenistas – daí vem o “apelido” desta doença – ou outros atletas que utilizem raquetes, ou em movimentos cotidianos com o punho em extensão, como ao digitar por muito tempo.

3-      Quais os objetivos da fisioterapia no tratamento? 

No tratamento inicial da epicondilite deve-se diminuir ou cessar as tarefas que causam dor (às vezes até imobilizando a articulação) e realizar fisioterapia analgésica (crioterapia, ultrassom). Aos poucos são introduzidos exercícios de fortalecimento e correção dos movimentos, para que estes sejam realizados de forma mais harmônica e com menor sobrecarga possível.

4-      Que recursos ou órtese podem auxiliar no tratamento da Epicondilite? 

O fisioterapeuta pode aplicar bandagens funcionais, que auxiliam na proteção da articulação e também na correção do movimento articular, além de dissipar a energia entre os tendões, diminuindo a sobrecarga sobre um tendão único.

Entrevistada:

Denise Pripas

Graduada em Fisioterapia pela Universidade de São Paulo e Aprimorada pelo Hospital das Clínicas, teve sua formação com ênfase em Fisioterapia Esportiva e Biomecânica, com diversas publicações na área. Atualmente é instrutora e coordenadora da equipe de Pilates da Ready4 e docente no Curso de Formação em Pilates Postura Funcional.

Contatos:

email: fisioterapia.denisepripas@gmail.com

blog: www.fisioterapiadenisepripas.blogspot.com.br/

 

Que tal fazer diferentes carimbos?

26-06-15

Material:

– Rolo de papel higiênico

– Tinta cola colorida

Modo de fazer:

– Corte o rolo de papel higiênico ao meio

– Dobrando delicadamente faça diferentes formatos. Ex: coração, quadrado, triangulo, retângulo e outros.

Como brincar:

Passe a tinta cola colorida na borda de cada formato, e peça para criança carimbar. Vai ser uma diversão colocar tinta e depois apertar contra o papel.

Sugestão:

Depois que carimbo a folha com os diferentes modelos, pedir para pintar e fazer uma exposição do seu trabalho.

Pesquisadores desenvolvem aparelho que trata doenças através da luz

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A Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu 2015 como o Ano Internacional da Luz com o objetivo de conscientizar sobre a importância dela e das ciências e tecnologias que a utilizam. É o caso do trabalho realizado por uma equipe de pesquisadores da USP de São Carlos, no interior do São Paulo, que está desenvolvendo aparelhos que usam a luz para tratar doenças como o câncer e a artrose.

O aparelho associa o uso de duas tecnologias bastante tradicionais na área de reabilitação: um transdutor de ultrassom com quatro lasers em torno. Juntos, eles também têm poderes anti-inflamatórios, além de melhorarem a circulação, o metabolismo celular, e a chegada de nutrientes até as áreas afetadas. (veja vídeo abaixo)

-— O laser e o ultrassom são potentes agentes que vão interferir no metabolismo celular, estimulando ou inibindo substâncias que estão em desequilíbrio no caso de uma doença -— conta a pesquisadora Alessandra Paollilo.

Em menos de um ano, o aparelho deve estar disponível para qualquer pessoa. O que é uma boa notícia para muita gente, uma vez que a artrose, doença crônica que causa degeneração das cartilagens e compromete as articulações, ligamentos e músculos do corpo, atinge 20% da população mundial.

Outra pesquisa também utiliza a luz artificial para o tratamento do câncer de pele, o tipo mais frequente no país. Este projeto do Grupo de Ótica da USP de São Carlos já tem 15 anos de pesquisa. O aparelho usa uma luz violeta que, interagindo com células cancerosas, devolve uma luz levemente diferente do tecido sadio. Após identificar a célula, é aplicado na pele um creme desenvolvido pelo laboratório. Depois de alguns minutos, é aplicada uma luz de LED vermelha que causa uma reação capaz de matar a célula causadora de tumor.

O tratamento é indicado para tumores de pele pequenos, de até 2 centímetros de diâmetro e do tipo não melanoma. O aparelho já está em uso em várias clínicas espalhadas pelo país e mais de 3.000 pacientes já receberam o tratamento. Desses, mais de 90% conseguiram eliminar totalmente as lesões.

Fonte: http://redeglobo.globo.com/como-sera/noticia/2015/06/pesquisadores-desenvolvem-aparelho-que-trata-doencas-atraves-da-luz.html

Empregabilidade da Pessoa com Deficiência

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23 de junho de 2015 – 3ª feira – das 9h às 18h• São Paulo •
Empresas, ONGs e a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho: discussão de desafios e implicações legais
Conteúdo programático:
  • Entendendo o cenário da Lei de Cotas
  • Cotas para empresas e cotas para ONGs, OSCIPS e órgãos públicos
  • Um pouco da história da pessoa com deficiência para o sentido real da Lei de Cotas hoje
  • Tipos de deficiências e nomenclaturas
  • Regime de cotas ou reabilitação?
  • Desvendando o conceito de acessibilidade
  • Vagas para pessoas com deficiência – do anúncio da vaga à seleção
    • Fontes de recrutamento
    • Entrevistas
  • Desafios do RH /empresa no processo seletivo de profissionais com deficiência
  • Desafios do candidato com deficiência para inserção
  • Integração e sensibilização
  • Turnover e retenção de vagas de pessoas com deficiência
    • Promovendo a melhor convivência com a diversidade humana
  • Planejamento da próxima seleção

 

TREINAMENTO EM PARCERIA COM:

Trinclusão Diversidade Humana

®2015 ➤ Diálogo Social ➤ Instituto Filantropia

 

Quem ministra?
Tatiana Rolim
Fundadora da TRinclusão, é psicóloga e psicopedagoga especializada em Saúde Coletiva e em Psicologia Hospitalar e da Reabilitação. Autora dos livros “Meu Andar Sobre Rodas”, “Maria de Rodas” e “Delícias e Desafios na Maternidade de Mulheres Cadeirantes”(+)
Fernanda Campos
Formada em Marketing, com capacitação em RH, atua como intérprete de LIBRAS nos processos seletivos. Tem ampla experiência de liderança de equipe em Callcenters, com atribuições de T&D. Trabalha com coordenação de eventos, publicidade e merchandising.(+)
Investimento
R$   190,00 Para afiliados ao Instituto Filantropia.
R$   380,00 Investimento por participante
Realização
        

Vamos brincar de equilibrista?

19-06-15

Material:

– duas latas grandes vazias

– corda ou barbante resistente

– tinta de artesanato

Modo de fazer:

– tire o rótulo das latas

– Faça dois furos um de cada lado, na parte inferior da lata (lado oposto da boca da lata).

– Vire a lata de ponta cabeça

– Faça os desenho e pinte com tinta de artesanato as patas do elefante.

– Agora passe a corda e amarre por dentro da lata.

Como brincar:

Criança sobe em cima da lata e segura na alça. Vai poder caminhar em superfície plana e trabalhar o equilíbrio e coordenação motora.

Sugestão:

Você pode pensar em personagem variados para decorar a lata.

Musicoterapia e Autismo

Priscila - musicoterapeuta

 

1-     Quais são as principais dificuldades da criança com autismo?

O autismo  é um distúrbio neurológico caracterizado por comprometimento na interação social,  na comunicação  verbal e não verbal e por  comportamentos restritos e repetitivos. Em  geral, os primeiros sinais surgem até os três anos de idade. estes podem ocorrer de formas e  intensidades  diferentes em cada criança.

O lançamento da quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V) em 2013,  trouxe algumas mudanças importantes, entre elas novos diagnósticos e alterações de nomes de doenças e condições que já existiam.

Nesse manual, o autismo, assim como a Síndrome de Asperger, foi incorporado a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a Síndrome de Asperger passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento, deixando o diagnóstico mais completo. O diagnóstico é clinico, sendo aplicados exames para descartar demais distúrbios.

As causas do autismo ainda são desconhecidas, mas a pesquisa na área é cada vez mais intensa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genética e agentes externos desempenham  papel  relevante nas causas do transtorno.

Não há um registro de incidência de autismo no Brasil, mas  as pesquisas norte americanas sugerem 1 caso em cada 88 nascimentos, sendo que a prevalência é 4 vezes maior nos meninos.

O autismo não tem cura, mas pode apresentar grandes avanços quando estimulados de forma global, para isto é necessário uma equipe de profissionais.

2-     Quais são os objetivos da musicoterapia com criança que tem autismo?

A World Federation of Music Therapy, diz que  “Musicoterapia  é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um(a) musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento.”

No trabalho  com TEA, a musicoterapia trabalha questões ligadas principalmente á expressão gestual e facial, á comunicação verbal e não verbal, á interação, á percepção do ambiente externo (percepção do outro), entre outros. Através do fazer musical, é possível estabelecer jogos de reconhecimento sonoro visual, melhorando o foco de atenção.  Com a utilização dos sons é possível trabalhar questões ligadas a hiper e hiposensibilidade auditivas. Bem como autoestimulação sonora ( quando a criança emite sons constantes) .

A musicoterapia não tem como objetivo a ensino de instrumentos ou a aquisição de habilidades musicais, utiliza-se de instrumentos e músicas como facilitador do processo terapêutico.

3-     Em sua prática clinica, quais são os principais ganhos observados com as crianças com autismo que fazem musicoterapia?

A criança que passa pelo processo musicoterapeutico, costuma demonstrar  melhora na interação, na participação, na concentração, aprende a seguir regras e fica  menos retraída nos jogos com os colegas.

A utilização de canções costuma aproximar as crianças, o que possibilita  sua aproximação ao grupo.

A música está presente no nosso cotidiano, desde o útero somos envolvidos em sons. Por isso, a  partir do momento que conseguimos receber e decodificar estes sons, nos aproximamos da  sociedade e da rotina desta de forma mais natural. O que se torna muito evidente nos casos de hipersensibilidade auditiva, onde determinados sons são capazes de desestabilizar a criança com TEA. As canções, associadas á trabalhos com ritmo e pulso, facilitam a organização da linguagem oral, auxiliando no estabelecimento da fala. Cantar, tocar, dançar, são todos processos imitativos que serão transferidos as demais atividades cotidianas.

4-     Musicoterapia influencia nas relações da criança com sua família, escola e amigos?

A Musicoterapia, instrumenta a criança para organizar, iniciar e manter o foco nas atividades e na interação. Isto reflete diretamente na relação com o outro.  Percebendo feições faciais consigo saber o quanto estou agradando ou não. Imitando consigo participar de jogos sociais.  E Brincando…. posso ser criança!!!

Priscila Borchardt

Musicoterapeuta e Psicopedagoga

Conselho Profissional: APEMESP 0297

Diretora da Clinica Abreh

Atuação profissional: Área de Distúrbios Globais do Desenvolvimento

Tel: (11) 2368-4278

e-mail: clinicaabreh@gmail.com/ clinicaabreh.blogspot.com.br

Blog: musicoesaude.blogspot.com.br