Vamos brincar de teatro e fazer máscara?

05-06-15

 

Material:

– Pratinho de bolo de aniversário de papelão

– Tinta guache

– Papel color sete

– tesoura

-botão preto

– cola

Modo de fazer:

– Pinte o prato de papelão de verde

– Depois faça o desenho da boca no papel vermelho. Recorte e cole no prato.

– Agora vamos fazer os olhos. Precisa fazer três círculos de tamanhos diferentes. Maior verde, Médio branco e Pequeno preto. Conforme a imagem

– Para fazer o nariz cole dois botões pretos.

Como brincar:

Planeje uma simples encenação ou peça de teatro. Importante é explorar o faz de conta, capacidade imaginativa da criança. Criar discurso contextualizados.

Sugestão:

Trocar as máscaras. Você pede para seu filho fazer uma máscara para você. Você faz uma máscara para ele. Vai ser divertido!

Instituto IRIS treina e doa cães-guia para pessoas com deficiência visual

caoguia1_606x455

Você sabia que no Brasil existem poucos cães-guia? A proporção é de um animal para 5.060 deficientes visuais. O Instituto IRIS é uma ONG que está tentando melhorar esse cálculo. Eles doam cães-guia para quem precisa, e são responsáveis pelo treinamento de um terço de todos os animais do país.

O treinamento dura um ano e meio e consiste de várias etapas. A primeira delas é a socialização, quando o cão vive com uma família comum durante oito meses. O instrutor técnico do IRIS, Moisés Vieira, conta como é feita a preparação específica do animal.

— Não existe cão-guia que esteja trabalhando e que não queira fazer isso. A gente identifica os que gostam e os que têm condições. A partir dái tem uma série de condicionamentos em que o cão vai entender o que vai ser esperado dele em qualquer situação — explica.

Muitos desses animais vêm dos Estados Unidos e entendem os comandos tanto em inglês quanto em português. Uma importante lição a ser aprendida por eles é andar em linha reta e não se distrair com nada. Outro desafio é desviar dos obstáculos no chão e no alto (veja no vídeo ao lado).

Desde 1995, a lei assegura às pessoas com deficiência visual o direito de entrar e ficar com o cão-guia no transporte público e em locais de uso coletivo, como restaurantes e teatros.

A estimativa é de que existam apenas 100 cães guia no Brasil. O trabalho de instituições como o IRIS é muito importante, uma vez que esses animais não podem ser comercializados. Eles são treinados e devem ser doados para quem necessita.

Fonte:

http://redeglobo.globo.com/como-sera/noticia/2015/05/instituto-iris-treina-e-doa-caes-guia-para-pessoas-com-deficiencia-visual.html

Tetraplégico levanta copo com braço controlado por chips no cérebro

A revista Science desta sexta-feira (22) traz a história de um homem que ficou tetraplégico há mais de dez anos e que virou notícia ao juntar tecnologia com o poder da mente.

Levantar um copo é daquelas coisas que a gente faz sem parar para pensar. Mas para Erik Sorto, segurar uma garrafa e tomar um gole de cerveja teve um sabor especial. Ele não fazia isso há 13 anos, desde que levou um tiro e perdeu os movimentos abaixo do pescoço.

Agora, com a ajuda de um braço mecânico e dois chips na cabeça, ele virou um símbolo do avanço da tecnologia. “Imagine o que é ficar anos pedindo a ajuda de alguém. É muito bom ter mais independência”, diz ele.

Em pacientes tetraplégicos, os sinais enviados pelo cérebro não chegam aos braços e às pernas. Para driblar o problema, a técnica mais usada é a implantação de chips numa área do cérebro responsável pela execução dos movimentos. Um programa de computador traduz o sinal, mas cada ordem é seguida passo a passo: primeiro, esticar o braço; depois, segurar o copo; por último, flexionar o cotovelo.

O que os pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia fizeram foi antecipar uma etapa. Eles implantaram os chips na área que imagina a ação. Basta Erik pensar em pegar o copo e o computador aciona o braço para fazer os movimentos de uma vez só, de forma mais suave.

Depois de muito treinamento, Erik já consegue pegar objetos e também ligar um liquidificador. As conquistas foram comemoradas com aplausos.

Para ganharem mais autonomia, os pacientes precisam de movimentos ainda mais precisos na interação com as próteses. Em busca dessa afinação, os cientistas agora querem criar uma comunicação no sentido contrário. Fazer com que o braço robótico emita sinais para o cérebro sobre o que está tocando.

Erik sonha em fazer a barba, escovar os dentes sozinho. E, quem sabe, não precisar de canudo para tomar uma cervejinha. “Passei a ver a vida de outro jeito. Isso pode ajudar muito mais gente”, diz ele.

Fonte:

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/05/tetraplegico-levanta-copo-com-braco-controlado-por-chips-no-cerebro.html

Diversão com os números… vamos aprender a somar?

29-05-15

Material:

– papelão

– cartolina branca

-cartolina azul

– várias caixas de leite com tampinha

– canetinha

-régua

-tesoura

– cola

Modo de fazer:

– Faça um retângulo no papelão e recorte.

– Faça um retângulo na cartolina azul com as mesma dimensão e cole em cima.

– Depois faça retângulo menores na cartolina branca

– Escreva dentro operações matemática de adição (EX. 5 +3 )

– Recorte a parte superior da caixa de leite (tampinha)

– Depois escreva o resultado no papel cartolina, faça um circulo do tamanho da tampinha da caixa de leite. Recorte e cole.

– Agora vamos colar no retângulo azul (grande). Operação matemática e na frente colar o suporte da caixa de leite para rosquear a tampinha com resultado.

Como brincar:

Coloque na frente da criança o tabuleiro azul. E ao lado coloque todas as tampinhas embaralhadas. Obedeça a sequencia das operações de adição. Faça com criança a operação mentalmente e peça para falar o resultado. Somente depois que falar corretamente o resultado, procurar a tampa correta.

Sugestão:

Você pode fazer esse tabuleiro para trabalhar com as outras operações matemáticas como subtração, multiplicação e divisão.

Você pode contar o tempo para avaliar, agilidade do raciocínio.