O USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ACESSIBILIDADE DIGITAL

pulseira de peso-11-02-15

 

Nos últimos anos, acompanhamos mudanças rápidas introduzidas pela tecnologia digital, que vem crescendo em grande escala pelo mundo todo. Hoje, as pessoas utilizam cada vez mais meios digitais para suas atividades seja no trabalho, lazer, cultura, comunicação e educação.

Pessoas com deficiência ou limitação podem contar com recursos de tecnologia assistiva e da acessibilidade para facilitar seu acesso à sociedade, já que estem também vem sendo desenvolvidos rapidamente para suprir as necessidades destas pessoas.

O terapeuta ocupacional é o profissional que pode ajudar estas pessoas  a identificarem qual o equipamento ou recurso adequado que possibilitem fazer o melhor uso de computadores, notebook, tablets ou smarphone para desenvolver com máxima potencialidade suas atividades com independência e melhor qualidade de vida, buscando a inclusão destes na sociedade.

Para isso, a avaliação é imprescindível, pois através das informações coletadas permite conhecer melhor o paciente, suas limitações\ capacidades e expectativas, possibilitando traçar objetivos para atender as reais necessidades e demandas.

Para indicar, selecionar e aplicar determinados dispositivos de Tecnologia Assistiva o Terapeuta Ocupacional realiza uma avaliação com base na análise da atividade, desempenho durante a realização da mesma e habilidade e necessidade apresentadas pelo individuo.

Após a escolha do equipamento ou recurso, o terapeuta orienta postura e posicionamento para facilitar o uso dos equipamentos evitando deformidades e visando proteção articular, orienta o local mais adequado, podendo realizar modificações no ambiente domiciliar tendo em vista a acessibilidade e ergonomia, se necessário confecciona adaptações para maior inter-relação com o computador, indica os locais para adquiri-los, realiza o treino com estes e faz uma reavaliação quanto a efetividade do uso e se supriu as necessidades e demandas do paciente.

Os recursos e equipamentos de acessibilidade podem ser divididas em adaptações físicas ou órteses, adaptações de hardware e\ou software especiais de acessibilidade.

ADAPTAÇÕES FÍSICAS OU ÓRTESES

São todos os aparelhos ou adaptações fixadas e utilizadas no corpo e que facilitam a interação com o computador, podendo ser:

– Cadeira adaptada com mesa de atividade para pacientes mais graves com dificuldade de estar realizando transferências e para posicionar corretamente os dispositivos e equipamentos;

– Slings: para facilitar o movimento dos membros superiores para uso do teclado e\ou do mouse;

– Faixa elástica: para posicionar os membros superiores em pronação, principalmente de pacientes com padrão  em supinação;

Pulseira com peso: indicado para aqueles que apresentam movimentos involuntários e\ ou ataxia, ajudando a estabilizar o tremor para uso do teclado e do mouse;

– Velcros: indicado para pacientes com hipoestesia e incoordenação motora. Pode ser fixado em teclados ou mouse para maior percepção;

– Ponteira de cabeça: indicado para pacientes que não possuem movimentação ativa de membro superior e nem de membro inferior, mas que apresentem bom equilíbrio de tronco e cervical para acesso ao teclado;

– Órtese estabilizadora de punho e estabilizador de punho com ponta: indicado para pacientes que apresentem movimentação ativa de membro superior, porém com dificuldade de estabilizar o punho e dedos quando digitar;

– Ponteira de mão e dedos: indicado para pacientes que apresentem movimentação de membro superior e punho;

ADAPTAÇÕES DE HARDWARE

São todos os aparelhos, periféricos especiais e adaptações de computador, podendo ser:

– Teclado em tamanho ampliado;

– Teclado em tamanho ampliado e colorido;

– Teclado de silicone mais sensível ao toque;

– Mascara de teclado ou colmeia;

– Acionadores de diferentes tamanhos e sensivel ao toque;

– Mouse adaptado;

– Joystick.

SOFTWARES ESPECIAIS DE ACESSIBILIDADE

São os programas especiais que possibilitam ou facilitam a inter – relação entre o paciente e o computador, podendo ser:

– Opções de acessibilidade que o próprio Windows fornece como um recurso. Por meio deste, diversas modificações podem ser realizadas adaptando-o a diferentes necessidades do paciente. Ex. teclado virtual, leitor de texto ou narrador, lupa, teclas de aderência e filtragem;

– Rata Virtual: programa que simula um mouse com diversas opções de interação por varredura (controle mediante ao mouse, acionador, teclado, comando de voz ou sopro);

-HeadMouse: programa que simula o mouse através do movimento da cabeça. Necessita da webcam para captar os movimentos. Através do movimento de abrir e fechar a boca e\ ou olho, é possível clicar, selecionar, arrastar;

– HeadDev: também é um programa que simula o mouse através da cabeça. Possui sistema de varredura para clicar e selecionar;

-DosVox: é um sistema operacional que permite o usuário a desempenhar diferentes tarefas. Possui sistema de síntese de fala, editor, leitor de textos, ampliador de telas, programas sonoros para acesso a internet, jogos de carátereducativo e lúdico;

– Via Voice: programa de reconhecimento e sintetizador de voz (digita e lê o texto). Permite comandar o Windows por meio do microfone como usar o Outlook,Excel, Word e também abrir,fechar,executar programas,controla o mouse via voz,navegar na internet,etc…;

– Teclado Amigo: Simula um teclado no ecrã com varrimento das teclas bidirecional. É possível controlar a velocidade da varredura.

Vale ressaltar que cada paciente pode utilizar uma ou mais adaptações ou software, combinando estes para atender as reais necessidades com intuito de promover maior independência e alcançar seus objetivos que variam desde usar o computador para lazer (ouvir música, assistir filmes\ seriados, conversar com amigos, redes sociais), educação (voltar a estudar, fazer curso online), trabalho, atividades instrumentais de vida diária (fazer compras, pagar contas) e culturais.

É imprescindível a TO estar pesquisando e estudando sempre, pois muitos softwares estão sendo desenvolvidos e outros em processo constante de desenvolvimento, aprimoramento e adaptação.

O terapeuta ocupacional a partir da observação clínica das reais necessidades e potencialidades do indivíduo, escolhe o software e os recursos adequados às necessidades individuais, visando estimular e/ ou desenvolver habilidades, de modo acessível e com isso, permitir o individuo a opinar e participar do processo cotidiano de escolhas e de tomada de decisão, de todos os pontos de vista, desde as suas atividades até acontecimentos sociais mais abrangentes.

Autora: Rosemary Akiko I. Tamura

Fonte: http://www.compassomed.com.br/educacao/categoria/3

Participe do Congresso de Autismo! ON-LINE e Gratuito!

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O Primeiro Congresso Nacional Online de Autismo, é um Evento que acontecerá de 23 de fevereiro a 01 de março. Serão palestras com Médicos, Pesquisadores, Fonoaudiólogos, Psicólogos, Pedagogos, Terapeuta Ocupacional, Pais e Familiares, Organizações e Associações.

O Congresso será Totalmente Online e GRATUITO durante toda a semana de exibição, onde serão disponibilizadas várias palestras em horários pré determinados, abordando vários assuntos de grande relevância para todos os Interessados com Grandes Especialistas e Pesquisadores.

Para ter acesso a Área do Congresso você deve fazer a sua inscrição colocando seu e-mail no campo INSCRIÇÃO, assim que você se inscrever na página do Congresso, receberá um link de confirmação no seu e-mail colocado na Inscrição, fazemos isto para ter certeza da autenticidade do e-mail, assim que fizer a confirmação no link mandado no seu e-mail seu acesso será ativado no Congresso. É muito importante este e-mail ser visto regularmente, pois mandaremos várias informações acerca do evento.

Nos dias do Congresso será mandado um link diário para acesso a Área do Evento no seu e-mail. Nossa sala virtual suporta no máximo 4.000 pessoas em cada palestra, por este motivo é importante organizar-se e acessar o link na hora marcada. Além de mandarmos o link no seu e-mail disponibilizaremos o Link na Comunidade no Facebook bem como no nosso site.

A programação de palestras estará disponível brevemente.

Acesse: http://www.conautismo.com.br/

 

Máscara de carnaval com papel EVA!

13-02-15

Material:

– EVA

– gliter e lantejoula

– tinta cola colorida 3D

– tesoura

Modo de fazer:

– Recorte o EVA do tamanho de retângulo de 40 cm x 15 cm.

– Dobre no meio .

– Apoie a sua mão sobre o EVA. Sendo que a palma da mão esteja próxima da dobra e os dedos em direção do papel aberto.

– Faça o desenho da mão.

– Recorte o contorno dos dedos.

– Depois faça o desenho dos olhos e recorte com tesoura.

– Agora faça a decoração da máscara com gliter e lantejoula.

– Para prender máscara você pode fazer um furo nas laterais e passar um barbante

Como brincar:

–  Para estimular a criatividade você pode fazer uma oficina de máscara com as crianças. Sugerir para fazer um desfile de máscara.

– Concurso de máscara. Fazer premiações para máscara mais bonita.

– Baile de carnaval, com música e muitas fotos!

Pós- Graduação Lanto Sensu – Terapia Ocupacional -Saúde Funcional

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Nessa redescoberta do Corpo enquanto um Corpo Ocupacional, o Terapeuta não é denominado Terapeuta Ocupacional em razão da utilização de ocupações humanas; da prescrição de atividades; da prescrição de tarefas ou ocupações. Nesse ponto de observação o Terapeuta Ocupacional é assim nominado em razão da condição Ocupacional do Corpo do cliente, onde subjaz perpetuamente o aviamento (o destino; a missão, a identidade) de atividades e ocupações.
  O curso está concentrado no estudo da relação do desempenho ocupacional e os aspectos cognitivos, neuropsicomotores, musculoesqueléticos, relacionado à mobilidade dos membros superiores e à tecnologia assistiva. Nesta direção, visa preparar o profissional para uma clínica inovadora e crítica neste campo de atenção especial da profissão.
Objetivo
Promover o aperfeiçoamento do profissional, na área de especial atenção da Terapia Ocupacional (Saúde Funcional), desenvolvendo uma visão ampliada da prática e da teoria relativa às bases cognitivas da profissão.
Público Alvo
Graduados em Terapia Ocupacional
Disciplinas
Módulo Desempenho Ocupacional Neuropsicomotor

  • Corpo ocupacional neuropsicomotor;
  • Avaliação do desempenho ocupacional neuropsicomotor;
  • Intervenção clínica nas disfunções neuropsicomotoras da pessoa criança, adolescente, adulta e idosa;
  • Corpo ocupacional musculoesquelético;
  • Avaliação do desempenho ocupacional musculoesquelético;
  • Intervenção clínica nas disfunções musculoesqueléticas da pessoa criança, adolescente, adulta e idosa;
  • Corpo ocupacional e tecnologia assistiva;
  • Avaliação do desempenho ocupacional e tecnologia assistiva;
  • Intervenção clínica e necessidades de tecnologia assistiva da pessoa criança, adolescente, adulta e idosa;
Módulo Desempenho Ocupacional Cognitivo
  • Corpo ocupacional cognitivo;
  • Avaliação do desempenho ocupacional cognitivo;
  • Intervenção clínica nas disfunções cognitivas da pessoa criança, adolescente, adulta e idosa;
  • Corpo ocupacional e mobilidade de membro superior;
  • Avaliação do desempenho ocupacional e mobilidade de membro superior;
  • Intervenção clínica nas disfunções da mobilidade do membro superior da pessoa criança, adolescente, adulta e idosa;
Avaliação em tecnologia de saúde;
Epidemiologia e bioestatística;
Didática e metodologia do ensino superior.
Coordenação
Prof. Me Mario Cesar Guimarães Battisti
Corpo Docente
Profa. Me Rita de Cássia Bittencourt
Prof. Me Mario Cesar Guimarães Battisti
Prof. Me Dagoberto Miranda Barbosa
Profª Me Denise Castanho Antunes
Prof. Dr. Daniel Marinho Cezar da Cruz (Palestrante)
Profª Dra. Iracema Serrat Vergotti Ferrigno (Palestrante)
Prof. Esp. Anderson Aurélio Arruda dos Santos
Profa. Me Carlene Borges Soares
Prof. Me José Alberto Provenzano

Profa. Dra. Regina Rossetto

Prof. Dr. Reginaldo Antolin Bonatti
Prof. Esp. Gustavo Salermo Quirino
Prof. Me Antonio Flavio Orlandi
Profa. Me Júnia J. RJeille Cordeiro
Profa. Dra. Danielle dos Santos Cultrim

 Estrutura e Carga Horária
2 finais de semana por mês. Total de carga horária:  410 horas obrigatórias
 Início:Fevereiro de 2015.
Horário: Das 9:00 às 18:00h.
Local
FACIS
Rua Dona Inácia Uchôa, 399 – Vila Mariana
São Paulo/SP
Tel: 11 5085-3141
Investimento
18 parcelas de R$ 325,00
Matrícula:
R$ 80,00
Documentos:
cópias de RG, CPF, Comprovante de Residência, Certificado de graduação ou Diploma, 2 fotos 3×4, Registro no Conselho.

 

Máscara de carnaval com material reciclável de pratinho de festa!

06-02-15

Material:

– prato de isopor

– tinta guache

– tinta cola colorida com gliter 3D

– gliter

– lantejoula

Modo de fazer:

– Com auxilio de uma régua faço um traço dividindo o prato, depois corte com tesoura

– Depois faça o desenho dos olhos e com ajuda de um estilete ou tesoura faça o recorte para dos olhos

– Agora você pode pintar a mascara com tinta guache

– Pode usar para decoração: gliter, lantejola e cola colorida 3D

– Por último cole na parte de trás da máscara uma vareta

Como brincar:

– Trabalhe a criatividade do seu filho! Você pode pedir para ele fazer uma máscara diferente para cada pessoa da família

– Você pode organizar uma reunião com os colegas. Primeiro fazer uma oficina para confecção das máscaras e depois um baile de carnaval.

CURSO DE FORMAÇÃO EM ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO

Este curso tem como objeto de investigação o campo do Acompanhamento Terapêutico (AT) em suas dimensões teórica e prática. Visa a formação de profissionais para atuarem como acompanhantes terapêuticos – ats. A formação inclui aulas teóricas e estágios supervisionados. O aluno tem a oportunidade de atuar como at junto a uma equipe multidisciplinar de saúde mental.

PROGRAMA 2015

DULO 1- Introdução e apresentação

• Apresentação do curso

• História do AT
• História da loucura

 MÓDULO 2 – Psicopatologia

• Razão diagnóstica: psiquiatria e psicanálise

• Transtornos do humor
• Psicose e esquizofrenia
• Transtornos de personalidade
• Noções em psicofarmacologia

 MÓDULO 3 – Teoria e técnica no AT

• Desenvolvimento infantil: a constituição psíquica e seus tropeços

• Psicose e seu manejo
• Ética no AT
• Transferência e contra-transferência
• Holding e continência
• Reflexões sobre a sobrevivência psíquica no AT
• Clínica e política no AT

 MÓDULO 4 – Estágio e supervisão

• Contrato, setting e enquadre: primeiras entrevistas

• Apresentação dos estágios e definição dos grupos de supervisão

MÓDULO 5 – Clínica do AT

• AT e dependência química: a experiência no consultório de rua

• AT em grupo
• AT e o envelhecimento
• AT e o puerperio
• O trabalho analítico do AT
• AT e escola I – apresentação de caso
• AT e escola II – apontamentos teóricos

 MÓDULO 6 – Interfaces do AT

• AT e Saúde Pública I – Projeto Terapêutico Singular

• AT e Saúde Pública II – apresentação de caso
• AT e família
• AT e instituição
• AT e terapia ocupacional

MÓDULO 7 – Fechamento

• Apresentação dos casos clínicos atendidos em estágio

• Entrega da monografia/ artigo
• Encerramento

Palestrantes
Ana Carolina Barcelos Cavalcante Vieira – Médica Psiquiatra e Psicanalista.

Cássia Gimenes Pereira – Psicóloga e at, com experiência em atendimentos de crianças e adolescentes, e na supervisão e formação de profissionais de saúde e educação.

Deborah Sereno – Psicanalista; mestre em Psicologia Clínica pelo IP-USP; docente e coordenadora de estágios do curso de Psicologia da FACHS-PUC/SP. Coordenadora do Giramundo – oficinas e rede em saúde mental da clínica psicológica da PUC-SP.Coordenadora e supervisora do RodaRua – equipe de AT.

Douglas Rodrigo Pereira – Psicólogo, Psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Tem experiência clínica e institucional na área do atendimento à toxicomania. Atualmente trabalha como psicólogo clínico e coordenador do CAPS AD “Espaço Fernando Ramos da Silva” e do Consultório de Rua “Em cena”, ambos localizados na cidade de Diadema.

Ivens Queiroz Cavalcante – Psicólogo formado pela PUC/SP e AT do Grupo ConVida.

Juliana Araújo Silva – Terapeuta Ocupacional formada pela USP. Doutoranda e mestre em Psicologia e Sociedade, no Núcleo de Políticas Públicas e Atenção Psicossocial pela UNESP/Assis. AT do Grupo ConVida e Terapeuta Ocupacional no CAPS II Infantil Brasilândia.

Julieta Jerusalinsky – Psicanalista membro da APPOA (Associação Psicanalítica de Porto Alegre) e do Centro Lydia Coriat; mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP; professora do Cogeae/PUC-SP e do centro Lydia Coriat nos cursos de especialização em “Teoria Psicanalítica”, “Estimulação Precoce: clínica interdisciplinar com bebês”, “Psicomotricidade” e “Clínica Interdisciplinar dos problemas do desenvolvimento infantil”. Autora dos livros Enquanto o fututro não vem – a psicanálise na clínica interdisciplinar com bebês e a criação da criança: brincar, gozo e fala entre a mãe e o bebê.

Maíra Humberto Peixeiro – Psicóloga, psicanalista, AT com Master Recherche na École Doctorale de Psychanalyse na Universidade Paris VII. Coordenadora de grupo de estudos sobre a clínica do envelhecimento e membro do núcleo de AT da Ger-Ações; coordenadora de grupos e terapeuta de família no Projetos Terapêuticos.

Marcos Salém Vasconcelos – Psicólogo, at e supervisor de at; coordenador do Grupo Laço – Projetos de inclusão escolar; membro do grupo Itinerante de AT. Formado em coordenador de grupos pelo Fenô e Grupos. Participou por anos do Giramundo Oficinas Terapêuticas.

Maria Cecília Galetti – Terapeuta Ocupacional, psicanalista, analista institucional, mestre e doutora em Psicologia Clínica. Está há 15 anos na gestão de serviços de saúde na rede pública do município de SP. Atualmente é coordenadora adjunta da Coordenadoria Centro-Oeste da Secretaria de Saúde do município de SP e supervisora institucional pelo programa Qualifica CAPS do Ministério da Saúde.

Maurício Porto – Psicanalista, at e professor do curso de Psicopatologia e Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Michele Roman Faria – Psicanalista, com formação em Psicologia pela USP. Doutora em Psicologia Clínica pela USP, atualmente participa do grupo de Pós-Doutorado do IEL (Instituto de Estudos da Linguagem) da UNICAMP. Autora dos livros Constituição do Sujeito e Estrutura Familiar e Instrodução à Psicanálise de Crianças. Atua em consultório particular e como docente de cursos de pós-graduação.

Natália Alves Barbieri – Psicanalista, at, mestre e doutora em Saúde Coletiva pela UNIFESP-EPM. Coordenadora de grupo de estudos e supervisão sobre clínica psicanalítica do envelhecimento pelo núcleo de AT da Ger-Ações.

Paula Albano – Psicóloga formada pela PUC-SP; coordenadora do Grupo Laço – Projetos de inclusão escolar; mestre em Psicologia Social na PUC-SP. Atua como psicanalista clínica e at.

Raoni Rodrigues – Psicólogo, at e Psicanalista em formação no Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae.

Tereza Nunes Penteado – Psiquiatra formada pela UNIFESP e Psicanalista em formação no Instituto Sedes Sapientiae. Atua em CAPS, UBS e consultório particular.

Thiago Castelo Branco – Psiquiatra pelo IPQ/FMUSP, Psiquiatra assistente do Hospital-Dia do Instituto de Pesquisa em Saúde Mental A CASA.

Wilson Franco – Psicólogo, mestre em Psicologia pela USP. Atua como psicanalista, professor universitário e escritor.

Saiba mais: www.atcontato.com.br

Congresso de Autismo para Adultos!

congresso

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta precocemente 1% das crianças, sendo mais comum entre os meninos. O autismo agrega um conjunto de condições do neurodesenvolvimento muito heterogêneas, caracterizados por início precoce, dificuldades na comunicação social e presença de comportamentos e interesses repetitivos e restritivos.

Embora o curso do Autismo varie entre os indivíduos, é uma condição que afeta a vida útil, o que vai demandar múltiplas intervenções, que vão auxiliar o indivíduo a conviver em sociedade, aprendendo a lidar com seus potenciais e limitações. A palavra Autismo está sempre associada a um transtorno da infância, sendo pouco disseminado a sua repercussão na vida adulta. Esse congresso que esta sendo organizado pela A&R e a Universidade Federal de São Paulo, pretende enfocar no Autismo na Vida Adulta: Ciência, Sociedade e Realidade. Este é o primeiro congresso internacional sobre Autismo na Vida Adulta e vai permitir um diálogo profícuo entre as pessoas com TEA, seus familiares e a comunidade científica. Os principais temas vão tratar das possibilidades de reinserção social e ocupacional das pessoas com TEA, a sua sexualidade e adaptação conjugal, o planejamento econômico familiar, e o estigma que familiares e portadores enfrentam na sociedade. O formato privilegiará a troca de informações e experiências das pessoas com TEA e suas famílias que poderão discutir demandas, dúvidas e preocupações do dia a dia com profissionais e pesquisadores do Brasil e de outros países.

Desejo a todos, acadêmicos, estudantes, pesquisadores e estrangeiros, uma estadia muito agradável em São Paulo, cidade mais cosmopolita do Brasil, capital da cultura, gastronomia e entretenimento, onde poderá desfrutar de nossa amizade e hospitalidade. Eu desejo que sua participação no congresso o leve para um mundo de conhecimentos inovadores. Espero que os jovens pesquisadores saiam do evento com novas perguntas para pesquisa, e que as pessoas com TEA e seus familiares possam encontrar caminhos para se viver melhor em sociedade.

Para mais informações:

http://www.autismonavidaadulta.com.br