Cérebro de bailarinas guarda segredos sobre equilíbrio

Anos de treinamento causam mudanças estruturais em dançarinas.
Descoberta pode ajudar no tratamento de pacientes com tontura crônica.

Bailarinas do Balé Nacional da China ensaiam “O Lago dos Cisnes" no Theatre du Chatelet, em Paris, no dia 24 de setembro (Foto: Jacques Demarthon/AFP)

Anos de treinamento causam mudanças estruturais no cérebro das bailarinas que as ajudam a manter o equilíbrio enquanto fazem piruetas, destacou um estudo inglês publicado na sexta-feira (27), na revista “Cerebral Cortex”, que pode ajudar no tratamento de pacientes com tontura crônica ou labirintite.

Exames no cérebro de bailarinas profissionais revelaram diferenças em relação a outras pessoas em duas partes do cérebro: uma que processa a entrada de dados (input) nos órgãos de equilíbrio do ouvido interno e outro responsável pela percepção da tontura.

A maioria das pessoas fica tonta durante um período após girar rapidamente. Isso se deve a câmaras preenchidas com fluido nos órgãos de equilíbrio do ouvido, que sentem a rotação da cabeça através de capilares minúsculos que, por sua vez, percebem o fluido girando. Esse líquido continua se movendo por um tempo após o rodopio – o que cria a percepção de que o indivíduo ainda está se movimentando – e, consequentemente, a tontura se mantém.

As bailarinas, porém, conseguem executar várias piruetas sentindo pouca ou nenhuma tontura, fato que sempre intrigou os cientistas. Normalmente, as dançarinas dão um ou mais rodopios de corpo inteiro na ponta ou na meia-ponta de um dos pés.

“As bailarinas parecem capazes de se condicionar para não ficar tontas, então pensamos se não poderíamos usar os mesmos princípios para ajudar nossos pacientes”, disse Barry Seemungal, do departamento de medicina do Imperial College de Londres.

29 voluntárias avaliadas
Para a pesquisa, Seemungal e sua equipe pediram para que 29 bailarinas rodassem em uma cadeira giratória dentro de um quarto escuro e fizeram o mesmo com 20 remadoras com a mesma idade e nível de preparo físico.

As mulheres deveriam erguer a alavanca de uma pequena roda presa à sua cadeira no ritmo da sensação de rodopio que experimentavam após o movimento da cadeira ter sido suspenso. Para as bailarinas, a percepção do rodopio durou um período “significativamente” menor, destacou o trabalho.

Os cientistas também analisaram o cérebro das voluntárias com exames de ressonância magnética. Eles descobriram que a parte do cerebelo que processa o sinal dos órgãos de equilíbrio era menor nas bailarinas. O cerebelo é a parte do cérebro que governa os movimentos corporais.

“Não é útil para uma bailarina sentir-se tonta ou sem equilíbrio”, disse Seemungal. “Seus cérebros se adaptam após anos de treino a suprimir este ‘input'”, o que lhes permite continuar dançando depois de girar numa pirueta e completar sua apresentação sem perder o equilíbrio.

“Se pudermos alcançar essa mesma área do cérebro ou monitorá-la em pacientes com tontura crônica, podemos começar a entender como tratá-los melhor”, acrescentou.

Segundo o cientista, uma em cada quatro pessoas sofre de tontura crônica em algum momento da vida.

Saiba mais:

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/10/cerebro-de-bailarinas-guarda-segredos-sobre-equilibrio-diz-estudo.html

Fisioterapia Neonatal – UNICAMP

Fisioterapia neonatal – abordagem em U.T.I., berçario e ambulatório

“Capacitar o especializando a indicar e realizar os procedimentos de fisioterapia na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, bem como, encaminhar e dar seguimento aos recém-nascidos no ambulatório de fisioterapia. Específicos: Oferecer ao especializando a complementação da formação universitária nos aspectos de prática profissional não completados no curso de graduação; Capacitar o profissional fisioterapeuta a implantar e realizar um programa de atendimento fisioterápico em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal; Capacitar o profissional fisioterapeuta a implantar e realizar um programa de atendimento fisioterápico ambulatorial voltado à pacientes pediátricos; Capacitar o profissional a indicar e manusear equipamentos necessários à prática fisioterápica “.

Informações do curso

Pré-requisito mínimo: Superior completo.

Tipo: Especialização – modalidade extensão universitária.

Público-alvo: Fisioterapeutas.

Professores responsábel: Sérgio Tadeu Martins Marba.

Faça sua inscrição!

Inscrições: 14/10/2013 a 10/1/2014.

Data de Início: 21/1/2014.

Oferecimento: 21/1/2014 a 19/12/2014.

Carga horária: 2000 horas.

Local do curso: CAISM SERVIÇO DE FISIOTERAPIA.

Horário das aula: SEGUNDA A SEXTA FEIRA DAS 8:00-12:00 E DAS 13:00-17:00.

Investimento: 01 PARCELA(S) DE R$11228,80 À VISTA, ATRAVÉS DE BOLETO BANCÁRIO, COM VENCIMENTO EM 20/01/2014
13 PARCELA(S) DE R$863,75 ATRAVÉS DE BOLETO BANCÁRIO, VENCENDO A PRIMEIRA PARCELA EM 20/01/2014
15 PARCELA(S) DE R$748,59 ATRAVÉS DE BOLETO BANCÁRIO, VENCENDO A PRIMEIRA PARCELA EM 20/01/2014

Saiba mais:

http://www.extecamp.unicamp.br/fisioterapia/interna.asp?id=cursos/fcm0750.asp

Dificuldades e/ou Problemas de Aprendizagem

criança escrevendo

O conhecimento é inerentemente humano, pois não há nada que escape à percepção humana e não seja registrado de modo preciso, gerando uma informação a ser descrita, analisada e interpretada, sendo expressa das mais diferentes maneiras. Porém, ele não acontece de forma pura e simples, havendo mecanismos físicos e cerebrais que trabalham para tal, e independe das condições chamadas normais ou patológicas, ou seja, mesmo o sujeito que nasce ou adquire determinadas deficiências, sejam neurológicas ou cognitivas, tem o mesmo poder de aquisição de conhecimento e aprendizado.

Evidentemente, as pessoas com necessidades especiais possuem formas de aprendizado diferenciado das demais, podendo ser em ritmo, intensidade e/ou aprofundamento. Contudo, o fato que torna todos os sujeitos iguais é a inerência da aprendizagem, sendo que a diferenciação reside na aquisição do conhecimento que é um resultante de tudo aquilo que o ser humano é potencialmente capaz de aprender ao seu modo. Nesse sentido, Fonseca (1995, p.128) afirma que:

A aprendizagem é, portanto, uma função do cérebro. Não há uma região específica do cérebro que seja exclusivamente responsável pela aprendizagem. O cérebro é no seu todo funcional e estrutural responsável pela aprendizagem. A aprendizagem é uma resultante de complexas operações neurofisiológicas. Tais operações associam, combinam e organizam estímulos com respostas, assimilações com acomodações, situações com ações, gnosias com praxias, etc.

A citação do autor é, em resumo, uma explicação bastante lógica e abrangente do que seja aprendizagem a partir de sua formação neurofisiológica, e permite entender por que as pessoas aprendem, independentemente, de suas condições. Entretanto, as pessoas não aprendem em igual momento, da mesma forma, adquirindo a mesma interpretação sobre algo; os significados são distintos, as formas de expressão não são as mesmas. Por que tem que ser assim?

Porque as pessoas desenvolvem mecanismos cognitivos e intelectivos não de acordo com a faixa etária que possuem, mas segundo um processo de maturação – biológica e de meio social – que se desenvolve de forma diferente em cada pessoa.

Por isso, crianças da mesma idade não aprenderão num mesmo momento, porque o aprender acontecerá de modo gradual para cada uma. Já para os adultos, o processo não é diferente, mas há uma aceleração mais dinâmica da aprendizagem em razão dos fatores que se inserem numa dada situação.

Assim, acredita-se que o bebê desde quando nasce, aprende com os estímulos internos e externos a ele. Por isso, quando o bebê tem fome, sede, frio ou sono, chora para que alguém identifique o que está ocorrendo e, a partir do atendimento que lhe é dado, assimila a informação e passa a agir da mesma maneira toda vez que o processo se repetir, até que desenvolva por si os mecanismos que o favoreçam como a linguagem, por exemplo.

Mas, é preciso ressaltar que tanto para criança quanto para o adulto, os mecanismos funcionais – neurofisiológicos – trabalham de maneira gradual e, não acumulam informações imediatas com propósitos de conhecimentos imediatos; é preciso o desenvolvimento gradual da aprendizagem para as satisfatórias correlações e/ou associações para formar o conhecimento.

No entanto, a anatomia humana tem uma especificidade precisa quanto ao funcionamento do processo de aquisição da aprendizagem. Podemos diferenciar dificuldades de aprendizagem de problemas de aprendizagem. Pois, as dificuldades de aprendizagem podem ser provenientes de fatores genéticos, orgânicos e demais disfunções cerebrais que acometem o sujeito desde sua primeira infância; podem ser tratados, evoluindo ou não de acordo com a faixa etária e outros intervenientes. Já os problemas de aprendizagem podem ser provenientes de situações causais e relacionais que afetaram o sujeito causando prejuízos emocionais e afetivos de várias ordens; também podem ser tratados, superados e/ou amenizados, evoluindo ou não de acordo com o desenvolvimento afetivo e emocional do sujeito.

Essa separação conceitual entendida pela Psicopedagogia, em seus estudos e pesquisas, não desconsidera que ambas, porém, se traduzem pela existência de fatores que impedem o desenvolvimento de habilidades e potencialidades do sujeito quanto à formação adequada de conhecimentos sistematizados, ou seja, que exigem uma organização lógica, com desdobramentos conceituais, procedimentais caracterizados pelo aprender a aprender e o saber-fazer.

Portanto, quando professores e alunos estabelecem relações próximas podem, juntos, encontrar saídas que contribuam para a superação ou amenização das dificuldades e até dos problemas de aprendizagem, contudo, isso se complementa de forma mais eficaz quando se tem como parceiros a gestão escolar e a família.

 

CENSO INCLUSÃO

censo-inclusao

O Censo-Inclusão, desenvolvido pela equipe da SMPED, é um programa pioneiro da Prefeitura de São Paulo com o objetivo de identificar, mapear e cadastrar os munícipes com algum tipo deficiência ou mobilidade reduzida. Instituído pela Lei 15.096 de 5 de janeiro de 2010, este programa está permitindo traçar o perfil socioeconômico desses cidadãos e dessa forma orientar melhor as políticas públicas voltadas ao atendimento das necessidades desse segmento social. Para a concretização desse programa, a SMPED está estabelecendo ações e parcerias com órgãos públicos e entidades de direito público ou privado, no sentido de contar com uma ampla e sólida base de apoio para o sucesso da coleta e consolidação das informações.

TÁXI ACESSÍVEL

 

Táxi

Empresas que possuem táxi acessível

Empresa Telefone
Alô Táxi (empresas associadas à Adetax) 3229-7688
Assoc. Super Táxi dos Taxistas Aut. 3982-6414
Atasp Radio Taxi Ltda ME 3066-5050
BR Táxi Comum Rádio Táxi Ltda ME 3385-0777
Italtaxi e Turismo Ltda ME 5058-8300
Reggio Car Locadora Ltda 5058-8777
Sila Car Locadora Ltda 5058-8777
Victoria Comum Rádio Táxi 3857-3277 / 3066-5050

Sugestões / Reclamações dos serviços de táxi acessível:
Departamento de Transportes Públicos – DTP
Serviço de Atendimento ao Cidadão – SAC
2291-5416 / 2692-3302 / 2692-4094


Identidade Visual para Táxi Acessível

images (1)

Portaria n.º 149/08–SMT.GAB

Especifica a identidade visual para o táxi acessível, destinado ao transporte de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

 Leia a Portaria na íntegra (arquivo PDF – 30Kb)
– Identidade Visual para Táxi Acessível  (arquivo JPG – 364 Kb)

taxi acessivel
Manual dos requisitos básicos para táxi acessível

Mais informações:

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/autorizacoes_especiais/index.php?p=230

 

Escolas Municipais de Educação Bilíngue para surdos – EMEBS

libras

Destina-se a crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência auditiva ou surdez, incluindo surdocego, e outras limitações, condições ou disfunções associadas à deficiência auditiva ou surdez. O serviço pode ser usado por opção dos pais ou dos próprios alunos nos casos em que ficar demonstrado que a educação nas classes comuns não pode satisfazer as necessidades educacionais e sociais destes, nos diferentes níveis de ensino (educação infantil, fundamental regular e na educação de jovens e adultos).

Veja mais informações:

www.portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Regionais/109100/AnonimoSistema/MenuTexto.aspx?MenuID=113&MenuIDAberto=74